domingo, 28 de novembro de 2010

Integração Regional

A partir da década de 50, em especial com a experiência européia, varias regiões, seja por interesse eminentemente político, seja por motivos de complementar e fortalecer suas economias, principiaram processos de integração regionais.
Os processos de integração regionais são recentes na História, são processos contínuos e ainda não acabados cujo exemplo máximo e de onde derivam as teorias sobre a integração é a União Européia. É um processo de ganhos a longo prazo.

O processo de integração regional é dinâmico de intensificação em profundidade e abrangência das relações entre países levando à criação de novas formas de governança político-institucionais no âmbito regional.
A Integração deve apresentar ganhos econômicos e melhora no bem-estar social dos povos integrados, vantagens econômicas, políticas e culturais. O princípio básico da integração econômica é a liberdade comercial e suas consequências nos campos da produção tecnologia e circulação de capital.

Alguns obstáculos à integração podem ser físicos, econômicos, políticos, comportamentais, logísticos entre outros, sendo um grande obstáculo os diferentes estágios de desenvolvimento sócio-econômico dos países envolvidos.
Sabendo-se que o processo de integração é gradativo, suas fases são classificadas conforme características gerais do seu desenvolvimento, são eles:

- Zona de Livre-Comércio: Busca taxas menores do que as cobradas para outros Estados em determinados produtos, redução ou eliminação de barreiras alfandegárias e não alfandegárias para o comércio dentro da zona sendo que cada membro delimita tarifas próprias para terceiros;
- União Aduaneira: Instalação de uma Tarifa Externa Comum entre os membros, e busca uma participação conjunta nas negociações comerciais internacionais;
- Mercado Comum: Eliminação das barreiras de comércio, adoção da Tarifa Externa Comum, Livre circulação de capital, serviços e mão-de-obra;
- União Econômica e Monetária: A mais completa das integrações, contempla o Livre Comércio, Tarifa Externa Comum, Circulação de capital, serviços e mão-de-obra, juntamente com a harmonização de políticas fiscal e monetária podendo levar a uma moeda comum.

Andreia Gori e Mariana Ferraz

Nenhum comentário:

Postar um comentário